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Advogado que defende Edir Macedo vê “efeito midiático” na manifestação do Ministério Público.

Ministério Público Federal denuncia bispo Edir Macedo,mas advogados de defesa alegam que são acusações antigas, já contestadas anteriormente


O MPF (Ministério Público Federal) em São Paulo ofereceu denúncia contra o bispo Edir Macedo, proprietário da Rede Record, e mais três dirigentes da IURD (Igreja Universal do Reino de Deus).

Além de Macedo, foram denunciados também o ex-deputado federal João Batista Ramos da Silva, o bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição, e a diretora financeira Alba Maria Silva da Costa.

O advogado Antonio Sérgio Moraes Pitombo, que defende a IURD, disse ao R7 que a denúncia traz alegações antigas, que já foram motivo de procedimentos anteriores. Ele vê “efeito midiático” na manifestação do Ministério Público.

- Essas denúncias que vêm assim, com publicidade, são para efeito midiático. Essa é uma ação que é repetição de uma que já foi discutida no Tribunal de Justiça de São Paulo. É um assunto velho sendo requentado.

Edir Macedo e os outros representantes da IURD são acusados de formação de quadrilha.

A advogada Denise Vaz, que trabalha com Pitombo, reiterou que as alegações feitas agora pelo MPF já foram declaradas “inverídicas” em ocasiões anteriores. Segundo ela, trata-se de um assunto que é “ressuscitado de tempos em tempos”.

- Pudemos verificar que são alegações de condutas indevidas que já existiram no passado e que estão sendo apenas repetidas. Nenhuma delas até hoje se confirmou em nenhum procedimento. Pelo contrário, foram refutadas nos procedimentos que já houve no passado. Elas se mostraram inverídicas.

Fonte: R7.com

Bancada Evangélica barra votação da PL 122 ,Senador Magno Malta fala sobre aprovação do casamento gay pelo STJ



Bancada Evangélica barra votação da PL 122

O projeto de Lei 122/2006 seria votado nesta manhã pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, mas a pressão da bancada evangélica fez com que a votação fosse adiada sem previsão de ser retomada.

Alguns representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão alegaram que é necessário realizar audiências públicas, porque o projeto não teria sido suficientemente discutido no Congresso.

O Senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) argumentou que: “O Estado, que na Constituição não pode embaraçar o funcionamento dos templos religiosos, nem financiá-los e não ter nenhum tipo de relação, uma vez que o Estado é laico, agora faz a “lei da mordaça” e faz com que os religiosos só possam se manifestar dentro das igrejas. Isso é um absurdo e inaceitável. São direitos consagrados pela Constituição”

“Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos”, disse o senador Magno Malta.

O texto do PL 122 é de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) e tramita há dez anos no Congresso, mas somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara. A intenção da senadora Marta Suplicy (PT-SP) que o desarquivou e virou sua relatora, era aprovar a PL até a próxima semana, quando começa as comemorações do Dia Nacional de COmbate à Homofobia, data comemorada no dia 17 de maio e que vai movimentar a Esplanada em Brasília.

Bate boca
Na saída da sessão a senadora do PT concedeu uma entrevista aos jornalistas e o deputado Jair Bolsonaro exibiu uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania GLBT, o que ele considera algo “moralmente ofensivo à sociedade”. Exaltada, a senadora Marinor Brito deu um tapa no livreto e acusou Bolsonaro de ser “criminoso”. Bolsonaro retrucou chamando-a de “heterofóbica” e os dois trocaram ofensas e xingamentos.

Na categoria Politica. Tags: Bispo Marcelo Crivella, homofobia, homossexuais, Homossexualismo, Marcelo Crivella, Partido Republicano Brasileiro, PL 122, PLC 122, PLC122, PRB, Senador Crivella, Senador Marcelo Crivella. Deixar um Comentário »
Magno Malta teve a transmissão de seu discurso cortado na TV Senado
Maio 12, 2011 —

Magno Malta teve a transmissão de seu discurso interrompido na TV Senado
Na manhã desta quinta-feira, 12, o Senador Magno Malta estava discursando sobre o Projeto de Lei 122/2006 que define crimes de preconceito contra homossexuais quando teve seu discurso cortado pela TV Senado que transmitia a sessão dos senadores que examinava o projeto. O sinal foi cortado tanto para quem assistia pela TV como também na Internet.

O PL foi desarquivado em fevereiro pela senadora Marta Suplicy (PT-SP) que se tornou a relatora do projeto e durante a sessão de hoje pediu para que os senadores que são contra que se manifestassem para que ela tentasse entendê-los.

No trecho que foi transmitido o senador Magno Malta falava que o texto referido é já é errado em seu nascedouro “porque o homofóbico quer matar, que destruir, quer enforcar”.

“O projeto de Iara Bernardes arrumava cadeia para todo mundo. Criminalizava a sociedade como um todo. Você era obrigado a gostar e querer o que ela escreveu no texto dela. Uma série de inconstitucionalidades”, diz Magno Malta.

Ele pede uma audiência pública para ouvir a sociedade para saber o que os cidadãos brasileiros pensam sobre isso. Também pede que organizações como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e também entidades religiosas como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se manifestem sobre isso.

No meio desse discurso a TV Senado saiu do ar e muitas pessoas começaram a reclamar e acusar os diretores de promoverem uma ditadura em favor dos homossexuais. Minutos depois o Senador Marcelo Crivella esclareceu que o debate continuou ao vivo pela TV Senado na Internet, no canal digital e pela Rádio Senado.

No final da sessão os Senadores aprovaram o adiamento do debate.

Fonte: Universo Universal
Gospel Prime

www.senado.gov.br
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