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Bíblia "amiguinha" esconde o erro do homossexualismo

Site Universal.org divulga matéria e coleta comentários dos internautas sobre o possível lançamento da "Bíblia Gay" no Brasil. 

Leia matéria na integra: 

Já lançada em 2012, nos Estados Unidos, a primeira ‘Bíblia Gay’, que tem na capa uma cruz com as cores do arco-íris – símbolo LGTB –, terá versão similar no Brasil este ano, de acordo com o site do autor do projeto brasileiro, pastor Marvel Souza, responsável pela igreja inclusiva “Cidade de Refúgio”, no Distrito Federal. Na nova “Bíblia Comentada Graça Sobre Graça" (popularmente intitulada como “Bíblia gay”) o diferencial serão os comentários bíblicos pró-LGTB. Defensor do homossexualismo, Marvel já pertenceu a igrejas tradicionais e agora comanda o próprio ministério, ao lado do marido presbítero Raphael Lira. 

A edição publicada quase três anos atrás é descrita no site de compras Amazon.com como “Bíblia rainha James” (Queen James Bible – QJV), aludindo a uma versão contrária da tradicional e conhecida Bíblia “Rei James” (King James Version - KJV), que seria um rei bissexual, conforme os editores do site e reproduzido também pelo jornal norte-americano Huffington Post. Embora o rei tenha se casado com uma mulher, teria tido relações homossexuais, sendo chamado por amigos da corte como ‘rainha James’. 

O site anuncia também que a Bíblia é ideal para ser dada como presente, usada em cerimônias, estudos e para todas as ocasiões. “Você não pode escolher sua sexualidade, mas pode escolher Jesus e agora uma Bíblia também”, sugere os editores.

Ao longo do livro, vários versículos que abordam a homossexualidade foram reescritos. Enquanto a passagem de Levítico 18:22 (KJV) afirma: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação”. A nova versão QJV aparece alterada; “Não te deitarás com a humanidade como se fosse mulher no templo de Moloque: isso é uma abominação” (pág. 75). 

“A Bíblia Rainha James procura resolver quaisquer interpretações da Bíblia que se refira à homossexualidade. Nós editamos oito versículos de um jeito que seja impossível fazer alguma interpretação homofóbica”, explicou os autores na página do Amazon. 

É aceitável alterar os textos bíblicos? 


Tanto a Bíblia Comentada quanto a Bíblia gay estão sendo repercutidas pelo público cristão ou não.Contudo, no livro de Apocalipse, há um aviso para os que tentarem fazer quaisquer alterações na Bíblia Sagrada: 

Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro”- Apocalipse 22:18.19 

O que você acha sobre essas novas versões da Bíblia? Compartilhe conosco sua opinião nos comentários. Você também pode comentar no Universal.org acessando o link: Bíblia "amigavel gay"

Que Deus nos oriente na Fé!

À suposta maldição sobre negros e africanos, a atuação da militância gay na Câmara dos Deputados e a legitimidade da permanência do Deputado Pastor Marco Feliciano na Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.


Repúdio à suposta maldição sobre negros e africanos

Repudiamos o uso inadequado das Escrituras Sagradas, a Bíblia, juntamente com as interpretações e afirmações daí decorrentes, as feitas quanto a supostas maldições existentes sobre africanos e negros.

Afirmações desta natureza são fruto de leitura mal feita de parágrafos bíblicos, tomados fora do seu contexto literário e teológico, que acabam por colaborar com os interesses de justificar pensamentos e práticas abusivas, contrárias ao espírito da Palavra de Deus, cujo foco está na Justiça, na Libertação e na promoção da Vida e Dignidade Humana.

O texto em questão, encontra-se no Livro de Gênesis capítulo 9, versos 20 a 27.

Nessa passagem Noé, embriagado, despe-se e assim é surpreendido por seu filho Cam que, ao invés de manter a discrição e o respeito devidos ao pai, o anuncia aos seus irmãos; estes se recusam a ver o pai nesse estado e, sem olhar para ele, cobrem-no com uma manta. Desperto Noé, ao saber da postura de seu filho Cam, amaldiçoa seu neto Canaã, filho de Cam, destinando-lhe a servidão.

A maldição proferida sobre Canaã pelo seu avô Noé significou uma percepção e discernimento sobre uma tendência comportamental de um grupo humano, antevendo o resultado de uma corrupção cultural e civilizatória específica e localizada, e em consequente servidão, e de modo nenhum faz referência à cor da sua pele.

Não há nada, absolutamente nada, nem neste texto bíblico em foco nem na Escritura como um todo, que indique qualquer maldição sobre negros e africanos, e muito menos algo que justifique a escravidão. O texto bíblico precisa ser lido em seu contexto imediato e considerado à luz da totalidade da Escritura.

 Lamentamos o equívoco provocado por tal vulgarização do texto bíblico, bem como a banalização quanto ao conteúdo de nossa fé, assim como repudiamos qualquer tentativa, intencional ou não, de uso inadequado do texto para quaisquer fins que não o de promover a vida, a libertação e a justiça, como a própria Escritura expressa muito bem. Leia o texto na integra clicando aqui.

A atuação da militância gay na Câmara dos Deputados

vivemos um tempo que me fez lembrar um poema: "Quando levaram os comunistas eu me calei, porque eu não era comunista. (...) Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse."

Esses versos podem parecer distantes como o nazismo dos livros de história. Não devemos acreditar que aquele regime funcionava somente porque Hitler queria. Aquele regime operava atrocidades porque as massas o apoiavam. A mesma massa que pediu a condenação de Jesus e a de Sócrates. Aristóteles, reconhecendo o que aconteceu ao grande Filósofo, temia a degeneração da democracia num sistema demagógico que manipulava as paixões populares.

A natureza humana não muda simplesmente com o passar do tempo. É preciso uma conversão pessoal ou um sistema jurídico que controle as paixões das massas.

A democracia de hoje é um sistema que se organiza com instituições sólidas, com regras que todos devem cumprir. Pode-se não gostar do resultado, mas não se pode impedir a sua realização. Democracia dos modernos é isto: participação popular com respeito às instituições.
As massas de hoje por um mundo melhor têm a mesma natureza daquela que pediu por Barrabás. Se o sistema político legítimo elege alguém que não é do agrado dos modernosos, eles acham que têm direito moral de subir nas tribunas das Comissões e exigir a renúncia do Presidente eleito.

Os modernosos têm uma compulsão em tentar fazer os outros adotarem a sua agenda. Quem não concorda com a visão de mundo deles corre o risco de ser perseguido e de ser humilhado por não se enquadrar na moral que defendem.

Não esperemos que eles compreendam a violência que praticam. Basta que comparemos o que fazem agora com o que faziam as milícias populares do século XX. Os cientistas sociais captaram nisso as origens do totalitarismo.

Não esperem que o totalitarismo se imponha subitamente. Ele irá implantar-se na medida em que as instituições vão sendo dilapidadas pela ação das massas lideradas por demagogos. Como diz Hannah Arendt, as ideologias do fascismo, bolchevismo e nazismo foram lideradas pela geração que se achava de vanguarda.

Hoje percebo alguma coisa parecida. Mesmo acreditando que o comportamento sexual dos adultos diga respeito somente a eles, uma vanguarda surge e exige que a política representativa se submeta à agenda dos militantes gays.

Quem não concorda com a militância é acusado de homofóbico. A militância transforma o comportamento sexual estritamente privado em uma agenda política violenta, como se viu na Câmara dos Deputados.

A legitimidade da permanência do Deputado Pastor Marco Feliciano na Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias

Conceitualmente, as vanguardas militantes dividem a política entre amigos e inimigos. Quando a política não realiza a agenda pretendida, a vanguarda totalitária moderna procura a cooptação social para substituir o sistema representativo de governo. Sistema que foi criado justamente para limitar os demagogos de toda hora.

Quando a democracia apresenta limites, para evitar a repetição do incêndio provocado no Parlamento alemão, essa vanguarda ruidosa diz hoje que o Presidente da Comissão não lhe representa.

Quem disse que a legitimidade da representação foi dada somente por eles? Além da violência, o problema do totalitarismo é que ele não reconhece no outro a legitimidade de existir. O que surpreende mais é a indiscutível atração que esses movimentos exercem tanto na elite como nas classes menos favorecidas.

Vivemos tempos perigosos. Tempos em que os pontos de vista dos modernosos trazem uma força moral grande através da propaganda do "vitimismo". Sorte que temos um regime constitucional que impede os movimentos totalitários de usar todo o potencial de terror que possuem.

É o mesmo regime constitucional que garante a permanência do Deputado Feliciano na Presidência da Comissão de Direitos Humanos. Não se deve dar pouca atenção à vanguarda totalitária, porque senão: "Na primeira noite colhem uma flor de nosso jardim, e não dizemos nada. Na segunda, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que, conhecendo nosso medo, arrancam-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada."

ANTONIO BULHÕES 
(Dep. Federal PRB-SP. Pronunciamento encaminhado pelo orador 09/04/13.)


Os textos apresentados nos leva a refletir e afirma nossa posição diante dos recentes acontecimentos políticos, religiosos e sociais de nosso pais.



Que Deus nos oriente, na Fé!

Relacionamento Conjugal é Desafiador ...Mas... Vale a Pena!!

O SENHOR disse: — Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer para ele alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade...É por isso que o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir com a sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa.(Genesis. 2.18;24)

Baseado nessa narrativa bíblica o Pr. Cláudio Duarte realizou uma de suas ministrações sobre relacionamento,começou falando sobre a banalização da família e dos princípios cristão e soutou: "Antigamente o homossexualismo "era" proibido,depois ele foi tolerado,hoje é aceito,é eu vou me embora porque daqui uns dias vai ser "obrigatório".

Éh!! Seria cômico se não fosse trágico,vale lembrar que as escrituras diz: Nenhum homem deverá ter relações com outro homem,como se fosse mulher; é abominação, Deus detesta isso. (Levítico. 18.22) Mas...."eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros. Homens têm relações vergonhosas uns com os outros e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.(Romanos. 1.24-27)

Deus fez tudo perfeito discorde quem quiser,
Mas o melhor da mulher é homem,
E o melhor do homem é a mulher.

Confira o vídeo onde o Pr. recita o "Poema do Relacionamento"



Que Deus nos oriente,na Fé!

Mais um atentado à liberdade de expressão e de religião

Justiça de SP ordena retirada de outdoor

São Paulo - A Justiça em Ribeirão Preto, no interior do estado de São Paulo, determinou, na última sexta-feira, a retirada de um outdoor considerado homofóbico. O outdoor continha três citações bíblicas, entre elas dava-se destaque ao trecho do livro de Levítico: "se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável...".
A medida foi tomada pela 6ª Vara Cível local, após ação civil pública da Defensoria Pública de São Paulo contra a Casa de Oração de Ribeirão Preto e a empresa Nóbile Painéis. A concessão da medida liminar ocorreu dois dias antes da realização da 7ª Parada do Orgulho LGBTT de Ribeirão Preto, ontem. O outdoor foi retirado no sábado.
De acordo com a decisão do Juiz Aleksander Coronado Braido da Silva, "a Constituição Federal protege a conduta do réu [Casa de Oração de Ribeirão Preto] de expor suas opiniões pessoais, mas, ao mesmo tempo, também protege a intimidade, honra e imagem das pessoas quando violadas". O magistrado levou em consideração a proximidade da realização da Parada LGBTT, determinando uma multa de R$ 10 mil para cada ato de descumprimento.

Senador Crivella lamenta decisão da Justiça pela retirada de outdoor contra homossexualidade


Na avaliação do senador Marcelo Crivella, o Senado não pode se calar diante do que classificou como um "atentado à liberdade de expressão e de religião".

"Isso aqui é a Bíblia, isso aqui é a palavra de Deus. Isso aqui é o primeiro livro impresso nas prensas de Gutemberg e o mais lido nas civilizações ocidentais de origem cristã. Isso não pode ser censurado. Esse país iniciou-se com uma missa. Esse país começou com princípios cristãos, de família, com a Bíblia aberta nos lares. E nós não podemos abrir mão de que essa palavra seja pregada. Eu não estou fazendo nada mais do que citar a Bíblia", defendeu o senador.

Marcelo Crivella argumentou que, se os homossexuais querem respeito, precisam respeitar também a opinião de quem discorda deles. E enfatizou que a decisão do Supremo Tribunal Federal de reconhecer a união entre pessoas do mesmo sexo não autorizou a censura à Bíblia nem o cerceamento da liberdade de pensamento no país. Para o senador, "a Bíblia é, como ela é" e qualquer um tem o direito de pregá-la.

"Não podemos retroceder, não podemos aceitar retrocesso", afirmou.

Veja o discurso do Senador:


A Agência Senado ainda afirmou que “Marcelo Crivella argumentou também que, se os homossexuais querem respeito, precisam respeitar também a opinião de quem discorda deles. E enfatizou que a decisão do Supremo Tribunal Federal de reconhecer a união entre pessoas do mesmo sexo não autorizou a censura à Bíblia nem o cerceamento da liberdade de pensamento no país”.

Fonte: "Uol Noticias"
" Amigos do Crivella"

Deus te oriente,na Fé !

Logo após assistir videos, Dilma manda suspender kit anti-homofobia


Presidente assistiu aos vídeos e chamou o material de "inadequado"


..A presidente Dilma Rousseff decidiu, nesta quarta-feira (25), suspender o kit anti-homofobia, que seria distribuído pelo MEC (Ministério da Educação) às escolas. O anúncio foi feito pelo ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência.

A ação do PRB (Partido Republicano Brasileiro) foi primordial para pôr fim à campanha do MEC. O anúncio de Carvalho foi feito após reunião com representantes do partido e da bancada religiosa na Câmara. De acordo com Carvalho, a presidente Dilma assistiu aos vídeos e não gostou do material.

- A presidente viu e não gostou. Achou que não era propício, achou o material inadequado. Por isso, foi suspensa a produção desse material.

O presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, participou de várias reuniões no Palácio do Planalto com o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, e com a ministra da Secretaria de Comunicação Social, Helena Chagas, acompanhado do líder do PRB na Câmara, Vitor Paulo (RJ), para que a Presidência tivesse conhecimento do chamado “kit gay”. Ontem, ele também esteve com o vice-presidente Michel Temer.


- Eu, como presidente do PRB, participei de diversas reuniões no Palácio do Planalto para levar ao conhecimento da Presidência o movimento contra o chamado “kit gay”. E, depois de levado à presidente Dilma, tivemos essa decisão de encerrar a implantação do projeto.

Carvalho afirmou que o governo achou prudente não editar o material muito menos veicular o vídeo feito por uma ONG.


- Nós recebemos a bancada evangélica e decidimos que está suspensa toda a produção de material referente a esse assunto. Mas salientamos que somos contra qualquer tipo de homofobia, assim como a bancada evangélica. Mas o governo achou prudente não editar o material. O vídeo feito pela ONG também não será veiculado. Qualquer produção nessa área será feita com ampla discussão, para não gerar esse tipo de polêmica.

O material que seria distribuído às escolas circulou pela internet antes mesmo de ser aprovado pelo MEC e o seu conteúdo gerou grande repercussão. Na Câmara dos Deputados, a bancada religiosa trabalha para suspender o projeto antes de ele ser lançado pelo MEC.

Fonte: R7.com

Evangélicos tentam anular decisão do STF sobre união homoafetiva e a sociedade contra o "kit gay" do MEC nas escolas



Evangélicos tentam anular decisão do STF sobre união homoafetiva



A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) começa a articular investida para tentar anular os efeitos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à união homoafetiva. O grupo está colhendo assinaturas e vai apresentar um requerimento para a convocação de uma comissão geral no plenário da Câmara dos Deputados, objetivando discutir o assunto.

No último dia 5, a corte máxima da Justiça brasileira decidiu, por 10 votos a zero, reconhecer a união homossexual estável como unidade familiar. Na prática, ela foi equiparada à relação estável entre homem e mulher, permitindo que direitos e deveres comuns aos casais heterossexuais sejam estendidos aos casais do mesmo sexo. Conquista para o movimento gay, desconforto para os segmentos religiosos mais conservadores.

"Achamos que o remédio para isso é o Parlamento aprovar um projeto de decreto legislativo, com fundamento na Constituição Federal, que diz caber ao Parlamento zelar pela sua competência. O remédio que tem é sustar, através do decreto legislativo, os efeitos dessa decisão (do Supremo)", disse o presidente da FPE, deputado João Campos (PSDB-GO). "Agora, se a Casa terá esse mesmo entendimento e irá aprovar, evidentemente, depende de um debate a partir da apresentação desse projeto. Esta é a nossa disposição".


Supremo reconheceu por dez votos a zero a união estável entre casais do mesmo sexo
Na avaliação João Campos, o Supremo vem praticando um "ativismo judicial perigoso", invadindo e atropelando a competência do Legislativo.

"Isso é muito ruim para o Estado Democrático de Direito, pois ofende o princípio da separação de poderes, fere o princípio do equilíbrio entre os poderes. O Judiciário não tem legitimidade democrática para alterar nenhuma norma", afirma Campos. "Ele pode interpretar. Em alguns casos, como o da união homoafetiva, como o da fixação do quantitativo das câmaras de vereadores, como o da fixação das regras para o uso de algemas, o Judiciário não interpretou lei nenhuma, mas legislou. Isso é um absurdo. É como se o Parlamento, em nome da demora do poder Judiciário, avocasse processos aqui para que nós pudéssemos dizer a sentença".

Sobre as críticas de que o STF teria sido impelido a se posicionar em relação à união estável homoafetiva diante da suposta inércia, do vácuo deixado pelo Legislativo, Campos rebate:

"Esse argumento é falacioso. Se a própria Constituição e o Código Civil criaram uma regra, que, do meu ponto de vista, não cabe nem interpretação de tão clara que é, não há vácuo. Outro argumento que os ministros do Supremo utilizaram foi o da demora do Parlamento em deliberar. Onde é que está escrito que, quando o Parlamento demora a decidir por que a sociedade não constituiu dentro dele uma maioria acerca daquele assunto, outro poder tem que decidir?", questiona Campos. "Se o argumento da demora vale para o Judiciário, então, vale para o Legislativo em relação ao Judiciário. Então, nós poderíamos alocar o processo do mensalão, que está quase prescrevendo sem que o Judiciário se pronuncie, e dizermos a sentença. Isso não tem cabimento".

"Kit gay"

O material do projeto 'Escola sem Homofobia', elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) para ser distribuído em colégios da rede pública, também vai receber marcação cerrada dos religiosos.

Segundo João Campos, que participou na quarta-feira (19) da reunião entre deputados evangélicos, católicos e o ministro Fernando Haddad, ficou acertado que a Frente Parlamentar Evangélica, a Frente Parlamentar da Família e a bancada católica irão compor uma comissão para examinar o material, que recebeu a pecha de "kit gay":

"Esta comissão será nossa interlocução com o MEC. Ela, em nosso nome, irá examinar o conteúdo do kit, que não será aprovado antes de ser avaliado pela comissão. A ideia é verificar se há excessos sob nossa visão"

O deputado afirma ainda que, se forem atendidas todas as exigências da comissão, não há objeção quanto à aprovação do material anti-homofobia. Entretanto, pondera em tom de crítica:

"Se ele se adequar àquilo que achamos razoável do ponto de vista pedagógico, não há por que ter objeção. Só achamos que o governo, ao invés de fazer um material que previna preconceito, discriminação a gays, deveria elaborar um material que pudesse prevenir preconceito, violência contra qualquer pessoa. Por que um material apenas para este segmento?", questiona.

Campos confronta a ideia de que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais seriam mais vulneráveis à violência em razão da intolerância.

"A sociedade brasileira não é intolerante, preconceituosa. Graças a Deus, as ocorrências de intolerância em relação a preconceitos são muito pontuais. Pela nossa formação, essa miscigenação que ocorreu no Brasil, somos uma síntese da sociedade mundial. Mas o que parece é que o governo brasileiro e o movimento homossexual querem vender para o mundo que a sociedade brasileira é intolerante. Querem criminalizar condutas, oferecer toda uma estrutura de governo para enfrentar a intolerância. Se for assim, teremos que criar um plano nacional de cidadania para os religiosos, para os ciganos, daí por diante, com a mesma linha, com a mesma estrutura, o mesmo financiamento do voltado para o movimento homossexual".

Na interpretação de João Campos, as estatísticas sobre crimes motivados por homofobia no Brasil não encontram paralelo com a realidade:

"Todos nós somos contra a violência. Isso é base, fundamento do cristianismo. Mas há dados hoje que nos preocupam. Não batem. Tem situações em que o homossexual foi vítima de uma lesão corporal, um homicídio, mas não por homofobia. Foi um desentendimento numa boate etc. Aí, colocam tudo isso numa estatística como se fosse homofobia. É como se colocássemos todos os religiosos que foram vítimas de violência num determinado mês e falássemos que a motivação foi religiosa. Há dados que indicam que os maiores algozes do homossexual são os próprios parceiro deles. Se o autor é o companheiro, certamente a motivação não é homofobia".

Vazamento

Durante a reunião com parlamentares católicos e evangélicos, o ministro da Educação, Fernando Haddad, negou que alguns materiais em circulação, atribuídos ao kit anti-homofobia, tenham sido aprovados pelo MEC.

"O ministro disse que o governo contratou uma empresa para elaborar o material, que só agora o apresentou ao ministério. Segundo ele, houve um vazamento. Nós estamos presumindo que o vazamento partiu da empresa contratada. Aí, o nosso questionamento, como uma empresa contratada pelo governo para elaborar um material dessa natureza, se antecipa e coloca na mídia? Queremos que seja apurada a responsabilidade. Senão, vamos concluir que houve concordância, aquiescência do governo. Mas independentemente de ele ter concordado, vamos fazer uma representação para que isso aconteça", avisa Campos.

Fonte: Ana Cláudia Barros "portal terra"

A ditadura da minoria querendo colocar a mordaça na maioria


Senador Crivella comenta o direito dos cidadãos homossexuais e o PL 122/2006


Nossos filhos não vão virar gays!

Imagine esta cena: Seu filho chega à escola para mais um dia de aprendizado, e, em plena sala de aula, a professora inicia uma nova lição que é debater um vídeo em que duas meninas lésbicas falam sobre como é bom ser homossexual. E mais: nos livros didáticos, a professora lê, com seu filho, histórias com famílias gays, histórias de homens e mulheres bissexuais, transexuais e travestis.
Acredite: é isto que pretendem fazer nas escolas públicas do Brasil, no segundo semestre deste ano. O Ministério da Educação quer distribuir vídeos e livros como esses em 6 mil escolas do País.
O absurdo é tão desmedido que fere a lógica. Agride qualquer pai. Agride nossa fé.
O que deveria servir para combater a discriminação vira propaganda explícita do homossexualismo.
Não tenho preconceito, pois eu mesmo já atendi a vários homossexuais na Igreja. Oramos por eles, aconselhamos e os auxiliamos com o mesmo zelo espiritual dedicado a qualquer outro sofrido que atravessa as portas dos Cenáculos do Espírito Santo.
A Palavra de Deus e a IURD nos ensinam que devemos aceitar o homossexual, mas nunca, jamais, o homossexualismo!
Meus filhos não vão virar gays! É meu, SOMENTE MEU, o direito de não desejar um filho gay! A Constituição me garante isto. Temos o direito de almejar para os nossos filhos o que entendemos como o melhor para o futuro deles. E, sob a luz da nossa fé, o caminho da felicidade passa pela construção de uma família com marido e esposa, isto é: homem e mulher.
Que o Espírito Santo toque em nossas autoridades, para que acabem com esta aberração. E que nosso grito de protesto chegue aos homens de Brasília.


Obreiro anônimo
Blog Bp. Macedo

Porque o PL 122/2006 é inconstitucional

Antes de fazer qualquer comentário, é importante frisar que uma coisa é criticar conduta, outra é discriminar pessoas. No Brasil, pode-se criticar o Presidente da República, o Judiciário, o Legislativo, os católicos, os evangélicos, mas, se criticamos a prática homossexual, logo somos rotulados de homofóbicos. Na verdade, o PL-122 é contra o artigo 5º da Constituição, porque o projeto de lei quer criminalizar a opinião, bem como a liberdade religiosa.

Vejamos alguns artigos deste PL:

Artigo 1º: Serão punidos na forma desta lei os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gêneros.

Comentário: Eles tentam se escorar na questão de raça e religião para se beneficiar. O perigo do artigo 1º é a livre orientação sexual. Esta é a primeira porta para a pedofilia. É bom ressaltar que o homossexualismo é comportamental, ninguém nasce homossexual; este é um comportamento como tantos outros do ser humano.
Artigo 4º: Praticar o empregador, ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta. Pena: reclusão de 2 a 5 anos.

Comentário: Não serão os pais que vão determinar a educação dos filhos — porque se os pais descobrirem que a babá dos seus filhos é homossexual, e eles não quiserem que seus filhos sejam orientados por um homossexual, poderão ir para a cadeia.
Artigo 8º-A: Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no artigo 1º desta lei. Pena: reclusão de dois a cinco anos.

Comentário: Isto significa dizer que se um pastor, ou padre, ou diretor de escola — que por questões de princípios — não queira que no pátio da igreja, ou escola haja manifestações de afetividade, irão para a cadeia.
Artigo 8º-B: Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs. Pena: reclusão de dois a cinco anos.

Comentário: O princípio do comentário é o mesmo que o do anterior, com um agravante: a preferência agora é dos homossexuais; nós, míseros heterossexuais, podemos também ter direito à livre expressão, depois que é garantida aos homossexuais. O parágrafo do artigo que vamos comentar a seguir "constituiu efeito de condenação".
Artigo 16º, parágrafo 5ª: O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.

Comentário: Aqui está o ápice do absurdo: o que é ação constrangedora, intimidatória, de ordem moral, ética, filosófica e psicológica? Com este parágrafo a Bíblia vira um livro homofóbico, pois qualquer homossexual poderá reivindicar que se sente constrangido, intimidado pelos capítulos da Bíblia que condenam a prática homossexual. É a ditadura da minoria querendo colocar a mordaça na maioria. O Brasil é formado por 90% de cristãos. Não queremos impedir ou cercear ninguém que tenha a prática homossexual, mas não pode haver lei que impeça a liberdade de expressão e religiosa que são garantidas no Artigo 5º da Constituição brasileira. Para qualquer violência que se cometa contra o homossexual está prevista, em lei, reparação a ele; bem como assim está para os heterossexuais. A PL-122 não tem nada a ver com a defesa do homossexual, mas, sim, quer criminalizar os contrários à prática homossexual — e fazem isso escorados na questão do racismo e da religião.


Fonte: Associação Vitória em Cristo

Deus te oriente,na Fé !
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