IURD Cenáculo Brasilândia Rua,Parapuã,1885, V. Brasilândia, São Paulo, SP

Loading...

O Livro de Neemias - Série Curiosidades Bíblicas

Como vimos na post anterior da Série Curiosidades Bíblicas os livros de Neemias e Esdras formam um único livro na Bíblia Hebraica. Relatando os acontecimentos entre 538 e 400 a.C. O tema central é a organização da comunidade, que se formou a partir da volta dos judeus exilados na Babilônia.

O título atual do livro é derivado do seu personagem principal, cujo nome aparece em 1.1. A nossa primeira imagem de Neemias é quando ele aparece em seu papel de copeiro na corte de Artaxerxes. Um copeiro que tinha uma posição de grande confiança como conselheiro do rei e a responsabilidade de proteger o rei de envenenamento. Enquanto Neemias, sem dúvida, desfrutava o luxo do palácio, o seu coração estava em Jerusalém, uma pequena cidade nas longínquas fronteiras do império.

A oração, o jejum, as qualidade de liderança, a poderosa eloquência, as habilidades organizacionais criativas, a confiança nos planos de Deus e a rápida e decisiva resposta aos problemas qualificavam Neemias como um grande líder e como um grande homem de Deus. Mais importante ainda: ele deixa transparecer um espírito de sacrifício, cujo único interesse é resumido na sua repetida oração:“Lembra-te de mim pra bem, ó meu Deus!”

Ainda que não tenhamos muita certeza, parece que Neemias contribuiu com parte do material contido no livro que leva o seu nome (caps.1-7; 11-13). Jerônimo, que traduziu a Bíblia ao latim, honrou Neemias ao dar o seu nome ao livro em que aparece como personagem principal.

Neemias significa “O Senhor consola”. A história começa no livro de Esdras e se completa em Neemias. Neemias, que serviu duas vezes como governador da Judéia, deixa a Pérsia para realizar a sua primeira missão no vigésimo ano de Artaxerxes I da Pérsia, que reinou de 465 até 424 aC (2.1). Retorna à Pérsia no trigésimo segundo ano de reinado de Artaxerxes (13.6) e volta novamente para Jerusalém “ao cabo de alguns dias”. Pelo conteúdo do livro, sabe-se que a obra somente pode ter sido escrita algum tempo depois da volta de Neemias da Pérsia para Jerusalém. Talvez a sua redação final tenha sido completada antes da morte de Artaxerxes I em 424 aC; ao contrário, a morte de um monarca tão benigno provavelmente teria sido mencionada em Neemias.

O período histórico coberto pelos livros de Esdras e Neemias é de cerca de 110 anos. O período de reconstrução do templo sob Zorobabel, inspirado pela pregação de Zacarias e Ageu, foi de 21 anos. 60 anos mais tarde, Esdras causou um despertar do fervor religioso e promoveu um ensino adequado sobre o culto no templo. 13 anos depois, Neemias veio pra construir os muros.

E se deparou com uma oposição inesperada. Homens como Sambalate, Tobias e Gesém, o árabe, começaram a se unir para atacar os judeus da reconstrução, além de criar toda sorte de empecilhos para que  a obra não seguisse adiante. Isso não deveria ser uma novidade, pois fazer o que é certo os olhos do SENHOR sempre gerará oposição. Neemias sabia que mesmo que houvesse uma guerra,  o SENHOR lutaria por eles. Crer em Deus é preciso para se vencer as batalhas, porem não significa ficar de braços cruzados, alem de orar é preciso planejar e agir! 

Neemias expressa o lado prático, a vivência diária da nossa fé em Deus. Esdras havia conduzido o povo a uma renovação espiritual, enquanto Neemias era o Tiago do Antigo Testamenteo, desafiando o povo a mostrar a sua fé por meio das obras. 

A primeira seção do livro (caps. 1-7) fala sobre a construção do muro. Era necessário para que Judá e Benjamim continuassem a existir como nação. Durante o período da construção dos muros, os crentes comprometidos, guiados por esse líder dinâmico, venceram a preguiça (4.6), zombaria (2.20), conspiração (3.9)e ameaças de agressão física (4.17). A segunda seção do Livro (caps. 8-10) é dirigida ao povo que vivia dentro dos muros. A aliança foi renovada. Os inimigos que moravam na cidade foram exposto e tratados com muita dureza. Para guiar esse povo, Deus escolheu um home de coração reto e com uma visão clara dos temas em questão, colocou-o no lugar certo no momento certo, equipou-o com o seu Espírito e o enviou pra fazer proezas. Na última seção (caps.11-13), o povo é restaurado à obediência da Palavra de Deus, enquanto Neemias, o leigo, trabalha junto com Esdras, o profeta. Como governador durante esse período, Neemias usou a influência do seu cargo para apoiar a Esdras e exercer uma liderança espiritual. Aqui se revela um homem que planeja sabiamente suas ações (“considerei comigo mesmo no meu coração”) e um homem cheio de ousadia (“contendi com os nobres”) Depois ainda vemos hoje, gente que quer separar, fé da politica!!

O Espírito Santo em Ação

Desde a criação, o Espirito Santo tem sido o braço executivo de Deus na terra. Eliú falou a verdade quando disse a Jó: “O Espírito de Deus na terra me fez” (Jó 33.4). Aqui aparece um padrão constante: é o Espírito de Deus que age para fazer de nos o que Deus quer que sejamos. Ne 2.18 diz: “Então, lhes declarei como a mão do meu Deus me fora favorável.” A mão de Deus, seu modo de agir sobre a terra, é o Espírito Santo.
Neemias, cujo nome significa “O SENHOR conforta”, foi claramente um instrumento do Espirito Santo. Sob o poder do Espirito Santo, certamente se tornou modelo da forma de atuar do Espirito Santo e foi uma dos primeiros cumprimentos dessa memorável profecia.

Objetivo e Fonte:
"O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento...” (Os 4.6)

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela. Por isso, iniciamos a Série Curiosidades Bíblicas, com objetivo de despertar o interesse no leitor do Blog pelo conhecimento minucioso da Palavra de Deus, na Série Curiosidades Bíblicas utilizamos como base diversos materiais teológicos, dentre eles destacamos Bíblia Apostólica, Edição Pastoral e Casamento Blindado, alem de artigos diversos de teólogos conceituados. A Série Curiosidades Bíblicas não apresenta obrigatoriamente a nossa opinião.

Leia a Bíblia diariamente! Se você ainda não começou, comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Que Deus nos oriente na Fé! 
Ah! Se você gostou do Blog fale dele com outras pessoas, nos ajude a divulgar JESUS SEM HERESIAS. Você também pode contribuir financeiramente para o avanço deste projeto, click aqui e saiba como. 


Natal!! O espanto e o Espetáculo da Graça

Prezados amigos (as)

Sempre que lermos e meditarmos  nos versos que contam a história do nascimento de Jesus, é possível que uma forte sensação de espanto tome conta da gente

Imaginar uma virgem que engravida, um noivo que aceita a condição e permanece fiel, anjos que anunciam o mistério a conhecidos e desconhecidos, os primeiros visitantes são pastores e não familiares, o homem mais poderoso sentindo-se ameaçado por um bebê.

Como pode o próprio Deus vir ao mundo como um frágil ser?! Por que o Rei dos Reis escolheu nascer neste ambiente de tanta simplicidade e pobreza?

Que espanto saber que este garoto é o Cristo, o Messias concedido por Deus para ser nosso! É o Verbo que não tem início nem fim!

É incrível saber que o Menino cresceria, cumpriria sua missão e morreria para nos reconciliar com Deus! Que assombro saber que este bebê nasceu para morrer por mim! E que posso crer, pois Deus me chama a isto!

Mistério, mistério, mistério!
Surpresa, admiração, alegria
Gratidão, gratidão, gratidão!
Por este espetáculo da Graça.

Nesta época que muitos consideram ser tão especial e não apenas nela, mas em todos dias do nosso ser, que o espanto – o bom e santo espanto - seja a tônica em nossos corações. Que o espanto nos prepare para a celebração e adoração do “Verbo feito carne”, do Deus-homem que nasceu, morreu e ressuscitou para salvar o mundo.

Natal e Pinheirinhos!! ? 
O menino e a virgem!!?
25 de dezembro!!??

Isto é:
Semíramis e Ninrode
Isis e Osiris
Fortuna e Júpiter
Maria e o menino Jesus

Todas estas ilustrações não passam de festas pagãs passadas de gerações a gerações.

Na leitura dos escritos sagrados não encontramos a ordem pra se celebrar o nascimento de Cristo pelo contrário os apóstolos e a igreja primitiva receram a ordem e celebravam Sua morte e ressurreição. (1Cor. 11: 24-26; Jo. 13: 14-17).

E para essa celebração não existe data específica no calendário, você pode celebrar agora mesmo e em todos os momentos!!

Vamos celebrar! !
Jesus Cristo está Vivo!

Um abençoado 2016 para você e sua família.

Com estima

De seu amigo Geraldo André.

**Texto adaptado original em revista Ultimato

A Melhor Herança

Em geral quando falamos em herança, pensemos no aspecto financeiro ou cultural, porém é bom lembrar que heranças são legados, ou seja, valores que uma geração transmite a outra. Assim podemos falar em herança de amor, de honestidade, de moralidade e etc.

 A herança que quero deixar não é muito popular mas sem sombra de duvida é a mais importante de todas: a Herança da Fé. Foi essa a herança que Timóteo recebeu de sua mãe Eunice que por sua vez recebeu de sua mãe Lóide. A fé de Lóide chegou até Timóteo e este a transmitiu a tantas pessoas a quem pregou em Éfeso durante seu ministério. (1 Timóteo 1:3).

 A Herança da Fé é o maior patrimônio que alguém pode deixar para seus filhos e netos. Vivemos numa sociedade capitalista onde quase ninguém se importa com a fé, vale lembrar que: “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:6). Ao deixarmos um legado de fé para nossos filhos contribuímos para que Deus seja glorificado e adorado como Senhor dos povos e nações.

 Que alegria ver meu garoto, decidindo descer as águas e iniciar a caminhada da fé. Conhecer o Senhor Jesus foi a melhor experiencia de minha vida! Que você viva sua própria experiencia com nosso Deus.

 Toda honra, toda gloria ao nosso Deus! Que ELE preserve-o nessa fé sempre! Parabéns Edir Andrey​! A Fé é a melhor e maior herança que posso de dar! Que você leve-a adiante!

 

Que Deus nos oriente na Fé!



Bíblia "amiguinha" esconde o erro do homossexualismo

Site Universal.org divulga matéria e coleta comentários dos internautas sobre o possível lançamento da "Bíblia Gay" no Brasil. 

Leia matéria na integra: 

Já lançada em 2012, nos Estados Unidos, a primeira ‘Bíblia Gay’, que tem na capa uma cruz com as cores do arco-íris – símbolo LGTB –, terá versão similar no Brasil este ano, de acordo com o site do autor do projeto brasileiro, pastor Marvel Souza, responsável pela igreja inclusiva “Cidade de Refúgio”, no Distrito Federal. Na nova “Bíblia Comentada Graça Sobre Graça" (popularmente intitulada como “Bíblia gay”) o diferencial serão os comentários bíblicos pró-LGTB. Defensor do homossexualismo, Marvel já pertenceu a igrejas tradicionais e agora comanda o próprio ministério, ao lado do marido presbítero Raphael Lira. 

A edição publicada quase três anos atrás é descrita no site de compras Amazon.com como “Bíblia rainha James” (Queen James Bible – QJV), aludindo a uma versão contrária da tradicional e conhecida Bíblia “Rei James” (King James Version - KJV), que seria um rei bissexual, conforme os editores do site e reproduzido também pelo jornal norte-americano Huffington Post. Embora o rei tenha se casado com uma mulher, teria tido relações homossexuais, sendo chamado por amigos da corte como ‘rainha James’. 

O site anuncia também que a Bíblia é ideal para ser dada como presente, usada em cerimônias, estudos e para todas as ocasiões. “Você não pode escolher sua sexualidade, mas pode escolher Jesus e agora uma Bíblia também”, sugere os editores.

Ao longo do livro, vários versículos que abordam a homossexualidade foram reescritos. Enquanto a passagem de Levítico 18:22 (KJV) afirma: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação”. A nova versão QJV aparece alterada; “Não te deitarás com a humanidade como se fosse mulher no templo de Moloque: isso é uma abominação” (pág. 75). 

“A Bíblia Rainha James procura resolver quaisquer interpretações da Bíblia que se refira à homossexualidade. Nós editamos oito versículos de um jeito que seja impossível fazer alguma interpretação homofóbica”, explicou os autores na página do Amazon. 

É aceitável alterar os textos bíblicos? 


Tanto a Bíblia Comentada quanto a Bíblia gay estão sendo repercutidas pelo público cristão ou não.Contudo, no livro de Apocalipse, há um aviso para os que tentarem fazer quaisquer alterações na Bíblia Sagrada: 

Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro”- Apocalipse 22:18.19 

O que você acha sobre essas novas versões da Bíblia? Compartilhe conosco sua opinião nos comentários. Você também pode comentar no Universal.org acessando o link: Bíblia "amigavel gay"

Que Deus nos oriente na Fé!

Como uma política pública se torna um bem comum?

Políticas públicas envolvem conteúdos (o que os governos fazem), causas (por que fazem) e consequências (que diferença isso faz). Dye (1976)

Agora que temos a síntese de políticas públicas , ainda é preciso entender todo o processo, conhecida como ciclo de gestão das políticas públicas. São cinco fases, desde a formação da agenda  onde se define as prioridades, até a etapa de avaliação, que é a última, porem não menos importante do que as demais.

Na prática, todas se interligam e essa separação é apenas para facilitar o entendimento do processo. E todas as cinco fases são de suma importância para o sucesso de uma política pública.

São elementos constitutivos das politicas públicas direta ou indiretamente os seguintes atores: O governo; a sociedade política; as Instituições (regem as decisões, os desenhos e a implementação das políticas); A mídia; O poder  legislativo e o poder judiciário.

Agora sim vamos as cinco fases do processo de formulação de políticas públicas:

1 – Formação da Agenda 
Trata-se da definição do problema, onde um problema é identificado, e possíveis soluções são exploradas em seguida temos a definição de agenda. Muitos esforços são usados para aumentar a visibilidade do problema e possíveis tomadores de decisão. Isso incluem estratégias típicas como: organização da comunidade; educação pública; mídia e comunicações; convocação de interessados; formação de coalizões.  Porém, mesmo que a questão se insira na Agenda de Governo, não significa que será prioritária. Fatores como, vontade política, mobilização popular e a percepção de que os custos de não resolver o problema serão maiores que os custos de resolvê-los é que definiram as prioridades.

2 – Formulação
Com o problema na agenda de governo, é preciso definir as ações que serão adotadas para solucioná-lo. Definindo qual o objetivo da política, que  programa será desenvolvido, e quais as metas a serem alcançadas, o que pode causar a rejeição de várias propostas de ação. Neste contexto, o responsável pela elaboração da política pública deve se reunir com os atores envolvidos (área ou setor) onde ela será implementada em busca de propostas sobre qual seria a melhor alternativa a ser seguida apontando assim o caminho desejado por cada segmento social, auxiliando na escolha e contribuindo com sua legitimidade.

 3 e 4 – Implementação e Monitoramento
Neste momento o planejamento e a escolha são transformados em ações. O corpo administrativo é o responsável pela execução da política, cabe a eles a ação direta, ou seja, a aplicação, o controle e monitoramento das medidas definidas. Durante esse período, a política pode sofrer modificações, dependendo da postura e dos interesses do corpo administrativo. Em muitos casos estas ação apesar de ser de responsabilidade do governo pode ter sua mão de obra  terceirizada . Temos exemplos claros disso nas politicas de saúde e assistência social, onde as OSs e ONGs executam o serviço.

5 – Avaliação
Depois da implementação é importante avaliar a eficácia da politica. As pesquisas e análises são estratégias para avaliar se a política cumpre ou não suas intenções originais. Caso ela não seja bem-sucedida em qualquer nível, usam-se os resultados da avaliação para uma nova fase de definição do problema. O ciclo de vida de uma política começa de novo e continua até que seja criada e implementada com sucesso.

Para tanto, é necessário um planejamento conjunto, envolvendo atores sociais, ou seja membros da sociedade civil organizada, do setor produtivo privado e do poder público. Assim, as fases acima listadas estão o tempo inteiro conectadas.

"...Uma vez as árvores resolveram procurar um rei para elas... — Aí todas as árvores pediram ao espinheiro: “Venha ser o nosso rei.” E o espinheiro respondeu: “Se vocês querem mesmo me fazer o seu rei, venham e fiquem debaixo da minha sombra. Se vocês não fizerem isso, sairá fogo do espinheiro e queimará os cedros do Líbano.”...Será que vocês foram sinceros e honestos quando fizeram de Abimeleque um rei?" (Jz.9.8-16)

Quase sempre a agenda das politicas públicas são definidas durante o pleito eleitoral. Para o bom entendedor, o texto bíblico fala por si mesmo.

Pergunto-me por que há tantos espinheiros no poder ou interessados nele? Observando as grandes organizações, e especialmente a política de modo geral, não da pra ignorar a "batalha" feroz pelo poder. Seja aberta, velada, ou subversiva. O que vemos é muita gente querendo mandar e poucos interessados em produzir e servir.

Isso é generalizado? Os lideres estão sob suspeita? É claro que não!. Ter líderes é necessário e imprescindível. Agora! “líderes-espinheiros” são um desastre terrível para os seus liderados. Infelizmente, a maioria dos espinheiros não tem esse conceito de si mesmo. Essa reflexão, não tem destinatário específico. 
No dia 5 de outubro vamos eleger governantes e legisladores estaduais e federais em todo país, durante a campanha eleitoral todos se parecem com arvores frutificas, pois os marqueteiros são muito bons em maquiar e promover. Mas cabe a nós decidir na hora do voto se queremos espinheiros ou árvores frutíferas liderando sobre nós. 

"Quando os justos governam, o povo se alegra; mas, quando os maus dominam, o povo reclama".(Prov. 29.2)

Pense nisso!!!
Que Deus nos oriente, na Fé!

Eleições!!! Espinheiros ou arvores frutíferas? Quem governará?

"...Uma vez as árvores resolveram procurar um rei para elas... — Aí todas as árvores pediram ao espinheiro: “Venha ser o nosso rei.” E o espinheiro respondeu: “Se vocês querem mesmo me fazer o seu rei, venham e fiquem debaixo da minha sombra. Se vocês não fizerem isso, sairá fogo do espinheiro e queimará os cedros do Líbano.”...Será que vocês foram sinceros e honestos quando fizeram de Abimeleque um rei?" (Jz.9.8-16)

Para o bom entendedor, o texto bíblico fala por si mesmo. Se está na Bíblia não pode ser contestado. Ponto final!

Me pergunto por que há tantos espinheiros no poder ou interessados nele? Observando as grandes organizações,e especialmente a política de modo geral, não da pra ignorar a "batalha" feroz pelo poder. Seja aberta, velada, ou subversiva. O que vemos é muita gente querendo mandar e poucos interessados em produzir e servir.

Semelhantemente Jesus,enfrentou esse problema com seus discípulos. Eles discutiam quem deles tinha a capacidade para mandar nos outros, quem seria o maior. Conhecemos a resposta do mestre: “Não será assim entre vocês. Pelo contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo” (Mateus 20:26). Não é necessário comentar. Apenas uma reflexão sincera.

Isso é generalizado? Os lideres estão sob suspeita? É claro que não!. Ter líderes é necessário e imprescindível. Agora! “líderes-espinheiros” são um desastre terrível para os seus liderados. Infelizmente, a maioria dos espinheiros não tem esse conceito de si mesmo. Essa reflexão, não tem destinatário específico.

O grande líder Moisés aconselhado por seu sogro instituiu lideres de grupos. Para libertar o povo de Israel da escravidão no Egito e conduzi-los a Canaã: “Mas escolha dentre todo o povo homens capazes, tementes a Deus, dignos de confiança e inimigos de ganho desonesto. Estabeleça-os como chefes de mil, de cem, de cinquenta e de dez” (Êxodo 18:21).

Note as características que esses líderes deveriam ter: “...capazes, tementes a Deus, dignos de confiança e inimigos de ganho desonesto”. E dentre essas centenas de líderes, havia muito espinheiro, pois diversas vezes Moisés foi afrontado por eles.

Nem todos são lideres. Deus deu diferentes capacidades a Seus filhos e cada um deve fazer a diferença, mantendo-se dentro das características que lhes foram dadas pelo Senhor. Numa organização, o diretor talvez não saiba operar um simples equipamento de produção, mas tem a capacidade de motivar o operador a fazer um de trabalho de excelente qualidade. Se as posições se inverterem, o desastre é certo. Como disse o apóstolo Paulo, cada um permaneça naquilo que foi chamado (1Co 7:24).

Amigos quer enaltecer os bons líderes, aqueles que continuam sendo as árvores frutíferas da parábola e conduzem seus liderados sem deixar de produzir seu próprio fruto de excelente qualidade. Em minha jornada de trabalho fui liderado muitas vezes por companheiros que realmente seguiam as orientações de Jesus. Eram verdadeiros servos. Foi um privilégio e uma bênção trabalhar ao seu lado. Não vou aqui citar nomes mas agradeço a Deus por eles. Também tive espinheiros como chefes. Quem não os teve? Minha esperança e meu desejo é que eles sejam transformados pelo Espírito Santo e que se tornem verdadeiros servos de Jesus.

No dia 5 de outubro vamos eleger governantes e legisladores estaduais e federais em todo país,durante a campanha eleitoral todos se parecem com arvores frutificas,pois os marqueteiros são muito bons em maquiar e promover. Mas cabe a nós decidir na hora do voto se queremos espinheiros ou arvores frutíferas liderando sobre nós.

"E Jotão continuou: — Será que vocês foram sinceros e honestos quando fizeram de Abimeleque um rei?" Meus amigos sejam sinceros na hora de escolher seus representantes para o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas, Governos Estaduais e Presidência  da República de nosso país, optem por homens que tem compromisso com a verdade,com o evangelho e com a sociedade em geral.

"Quando os justos governam, o povo se alegra; mas, quando os maus dominam, o povo reclama". Prov. 29.2

Pense nisso!!!

Que Deus nos oriente,na Fé!

O que há por trás das festas juninas?

 Inicialmente realizados pelos adeptos do paganismo, os festejos de junho conservam indícios de feitiçaria

As populares festas juninas envolvem diferentes formas de celebração, de acordo com o país. No Brasil, são voltadas para os personagens bíblicos Pedro e João Batista, tidos como santos, assim como o “canonizado” frade português Antônio de Lisboa, que viveu na virada dos séculos 12 e 13. Aqui, as festas não seguem exatamente os dias voltados para eles nos calendários, mas abrangem os meses de junho e julho. Porém, a devoção aos “santos” perdeu campo, e a temática rural é o maior foco, com vestimentas e comidas típicas do interior.


A origem das festas estaria nas celebrações pagãs do solstício de verão – quando a incidência solar medida a partir da linha do Equador (ou seja, a claridade, o “dia”) é a maior do ano –, simbolicamente o início “oficial” do verão e, portanto, o início da época de plantio. Como o solstício coincide com as datas voltadas aos “santos”, o sincretismo religioso se apoderou da festa com o pretexto de celebrá-los, na Idade Média.


A palavra “junina” remete à deusa pagã Juno, que a Igreja Católica adaptou para “joanina”, relativa a João. Hoje, se fala “junina” por muitos usarem a palavra relativa ao mês de junho.


Por muitos cristãos, as festas são vistas como idólatras, enquanto outros consideram que não se desligaram da origem pagã, sobretudo pelas crendices que remetem à feitiçaria, como as chamadas “simpatias”.


Não só as festas dos “dias de santos” estão no contexto junino. No Brasil, 12 de junho, o Dia dos Namorados, foi instituído na véspera do Dia de Santo Antônio, tido pelos seus adeptos com o “santo casamenteiro” – assim como os namorados do Hemisfério Norte a atrelaram ao dia de São Valentim, 14 de fevereiro. Só que, nem para a Igreja Católica, Valentim é um santo oficial, pois não há dados suficientes para comprovar se sua história é real – a de um bispo que realizava casamentos secretamente em uma época em que eram proibidos pelo imperador romano Cláudio II, no século III. Muitas são as “simpatias” para se conseguir um cônjuge nessas datas. Dessa forma, é compreensível que muitos não separem as festas juninas do paganismo.


Fogo e danças

Ligadas ou não ao catolicismo sincrético, as fogueiras que os pagãos acendiam para a festa do solstício permaneceram em várias culturas, ainda que hoje não tenham mais tanto sentido católico ou pagão para muitos, como a festa do Halloween. As imensas fogueiras da festa de Midsummer (meio-verão) são bastante presentes (principalmente em margens de rios, lagos ou praias oceânicas) no Norte da Europa, em países como Suécia, Noruega, Lituânia, Letônia, Finlândia, Estônia e Dinamarca, da mesma forma que outras nações europeias, a exemplo do Reino Unido, Irlanda, Galícia, Espanha, França, Itália, Malta, Portugal, Polônia, Rússia e Ucrânia. A colonização anglo-saxã levou o costume para países como Estados Unidos, Canadá (onde os festejos se misturam à data máxima da província francófona do Quebec, em 24 de junho) e Austrália.


No solstício de inverno, as pessoas faziam um percurso em grupo, em filas, portando tochas, com as quais acendiam a fogueira – de onde teria vindo o costume das procissões com velas acesas. Para eles, o fogo afugentava os maus espíritos. Daí também teriam vindo as lanternas coloridas de papel.


A Igreja Católica medieval tentou se apoderar das fogueiras usando-as como um símbolo pseudocristão. Criaram a tradição com base em uma lenda em que Isabel, prima de Maria, mandou acender uma fogueira no alto de uma montanha para avisar a mãe de Jesus que engravidara (de João Batista).


Quando os colonizadores portugueses trouxeram os festejos juninos para cá, incluíram a tradição dos fogos de artifício (para “acordar” João Batista) e os balões (que levavam pedidos ao céu). No Brasil, a prática de soltar balões é oficialmente proibida, pelos sérios riscos de incêndio – ainda assim, muitos contrariam a lei e causam desde sérios prejuízos materiais a graves ferimentos, ou até mortes.


As danças, por sua vez, têm origem tanto nas coreografias pagãs, para adorar falsos deuses, quanto na dança de salão francesa quadrille (de onde vem seu equivalente em português, “quadrilha”), uma evolução da antiga contradança – que deriva de danças inglesas de camponeses (mais uma vez a ligação com a lavoura). Como hábitos franceses eram um grande interesse dos portugueses e foram amplamente difundidos na corte brasileira a partir da vinda de D. João VI, a quadrilha se popularizou por aqui, fundindo-se a danças e ritmos brasileiros – na Bahia, ganhou até o espantoso apelido de “Baile Sifilítico”, pela tradição de prostitutas na dança.


A famosa “dança do mastro”, realizada em vários países e com uma variante bem popular na Suécia, tem, para alguns estudiosos, uma conotação fálica (comum a rituais de fertilidade do paganismo), com os dançarinos dando voltas ao redor do objeto.


A comida era distribuída em grande quantidade de propósito, para inspirar a fartura desejada nas lavouras, e muitos estudiosos defendem que parte dela era consagrada às falsas divindades – como ainda hoje é feito por adeptos do ocultismo.


Bruxaria velada

Muita gente conhece uma prática bem estranha da época junina: a de se colocar uma imagem de Santo Antônio de cabeça para baixo (às vezes enterrada ou submersa em água), como que a torturar o personagem até que ele arranje um casamento para o “torturador”.


Outro costume dos antigos pagãos perdurou em algumas regiões brasileiras: o de esfregar cinzas já frias das fogueiras juninas no corpo para a cura de doenças. Muita tradição e nenhuma comprovação científica.


Os adeptos do chamado “neopaganismo” realizam celebrações bem parecidas com as festas pagãs originais, inclusive com a fogueira e as danças.


Perigo espiritual?


As informações acima só mostram que as origens dos festejos hoje tão realizados em paróquias católicas (as chamadas “quermesses”, para angariar fundos) e até mesmo em instituições seculares, como escolas e clubes, mesmo que muitos pensem ser inocentes, não têm origem verdadeiramente cristã, nem mesmo para os católicos. Na ânsia de atrair os pagãos para a “catequização”, a Igreja Romana se apoderou das festas para falsos deuses, já que não conseguia proibi-las. Mesmo que hoje as festas não tenham uma ligação tão explícita com a religião, cabe a cada um pensar sobre o costume.


“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as.


Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha.


Mas todas as coisas, quando reprovadas pela luz, se tornam manifestas; porque tudo que se manifesta é luz.


Pelo que diz: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.


Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus.


Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor.”


(Efésios 5:11-17)

Redação Arca Universal

redacao@arcauniversal.com.br
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...