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A fé e a confiança



Uma coisa é a fé e outra,completamente diferente,é a confiança.A fé é como a partida do motor do automóvel,sendo a confiança o combustível que mantém esse automóvel em funcionamento;uma depende da outra, entretanto,são completamente distintas. Várias pessoas têm confundido fé com confiança,razão pela qual muitas delas,vêm perdendo bençãos que um dia alcançaram.

Dentre os inúmeros exemplos da distinção entre fé e confiança, podemos situar o de Pedro,andando por sobre as águas. Quando ele desceu do barco e começou a andar sobre o mar,por ordem do Senhor Jesus, de fato ,deu uma demonstração viva de fé;tanto é que realmente conseguiu dar alguns passos. Entretanto, ao reparar a força do vento,teve medo e, começando a submergir,gritou socorro. O seu medo conseguiu anular a sua fé. Ele teve fé para sair do barco e andar sobre as águas,contudo,essa fé não foi suficiente para mantê-lo firme,porque lhe faltava algo mais,ou seja,a confiança. A sua fé lhe deu condições de tomar uma atitude, mas não de mantê-la até o fim.

A fé tem o poder de tornar possível todos os impossíveis,quando não oscila naquele que a tem;o que significa que ela nem sempre é determinante das nossas ações. As circunstâncias que o mundo nos apresenta,infelizmente,obriga-nos a permitir na nossa fé.

Há momentos em que sentimos o coração arder em fé,mas há outros em que o oposto é verdadeiro. É aí que a confiança íntima do coração nos faz sustentar a fé. Quando Jó estava em meio às suas desgraças,e já havia perdido toda familia,os bens,amigos e a saúde,confessou:"Eu sei que o meu Redentor vive, e que no fim se levantará sobre a terra.E depois que o meu corpo estiver destruído e sem carne, verei a Deus.Eu o verei, com os meus próprios olhos; eu mesmo, e não outro! Como anseia no meu peito o coração!"(Jó.19.25)

Essa voz do coração era a sua confiança que " gritava" como se dissesse que ela continuava muito viva e intacta.

A confiança,ao contrário da fé,não se manifesta com maravilhas;ela é sutil e discreta,mas,sustentada pela fé,jamais oscila. Quando existe,então,permanece,independentemente de quaisquer circunstâncias,como foi o caso de Jó. O seu sofrimento,embora tivesse sido o mais cruel de todos os sofridos pelos homens,com exceção do Senhor Jesus,não abalou a sua confiança. A confiança mantém a esperança viva,pois é uma constante.

Aí está a razão por que o apóstolo Paulo afirmou:" Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.(1Cor.13.13).

A fé representa os dons;a esperança,a confiança;e o amor,os frutos. A igreja do Senhor Jesus Cristo,como um Corpo,anda com essas duas pernas : os frutos e os dons. O seu equilíbrio está na fé e no amor,mas a sua alma é a esperança que mantém firme o propósito de seguir avante.

Não se pode lutar com firmeza,usando apenas uma perna,seja o amor ou a fé . A tendência para um dos dois lados é perigosa,pois,se a igreja tende para os frutos,ela automaticamente deixa os dons e vice-versa. Se partir para os frutos, a palavra fala que "Onde não há profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei esse é bem-aventurado.(Prov. 29.18). Se partir apenas para os dons,está escrito: " O amor jamais se acaba; mas quer haja profecias, desaparecerão; quer línguas, cessarão; quer ciência, desaparecerá.(1 Cor.13.8)

Assim, consideramos o equilíbrio espiritual tanto para os dons,quanto para os frutos,na esperança que se renova no Senhor Jesus.

De: Bp.Macedo

Deus te oriente,na Fé !

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